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	<title>Olhar pra frente: plante esta ideia!</title>
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		<title>Conheça o Jardim das Florestas</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 21:02:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miriam Prochnow</dc:creator>
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<p>Jardim das Florestas é o nome do viveiro de mudas de árvores nativas da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi). Iniciado com 18 mudinhas no fundo do quintal, na cidade de Ibirama (SC), em 1987, mesmo ano da fundação da associação, hoje ele tem capacidade instalada para a produção de <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.miriamprochnow.com.br/2012/02/18/conheca-o-jardim-das-florestas/">Conheça o Jardim das Florestas</a></span>]]></description>
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<p><strong><a href="http://www.apremavi.org.br/viveiro/" target="_blank"></a><a href="http://www.miriamprochnow.com.br/wp-content/uploads/2012/02/L1100208a.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1332" title="L1100208a" src="http://www.miriamprochnow.com.br/wp-content/uploads/2012/02/L1100208a-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a>Jardim das Florestas</strong> é o nome do viveiro de mudas de árvores nativas da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi). Iniciado com 18 mudinhas no fundo do quintal, na cidade de Ibirama (SC), em 1987, mesmo ano da fundação da associação, hoje ele tem capacidade instalada para a produção de cerca de 1 milhão de mudas por ano. Completando 25 anos de existência em 2012, o viveiro já chegou a abrigar, de uma só vez, mais de <strong><a href="http://www.apremavi.org.br/guia-de-especies/" target="_blank">120 espécies</a></strong> diferentes de mudas da Mata Atlântica, já que a diversidade também é um dos objetivos do trabalho.</p>
<p>Situado na comunidade de Alto Dona Luiza, no município de Atalanta (SC), o Jardim das Florestas é um dos pilares dos projetos da Apremavi. As mudas produzidas são, em sua maioria, utilizadas nas atividades de restauração florestal, dentro dos Programas <strong><a href="http://www.apremavi.org.br/programas/clima-legal/" target="_blank">Clima Legal</a></strong> e <strong><a href="http://www.apremavi.org.br/tema/matas-legais" target="_blank">Matas Legais. </a></strong></p>
<p>Uma equipe de oito pessoas, coordenada pelo Presidente da Apremavi e por um técnico da instituição, trabalha diretamente na produção das mudas que compreende várias etapas, cada qual com sua particularidade e cuidados necessários:  coleta de sementes, extração e tratamento das sementes, semeadura, preparação do substrato, preenchimento das embalagens (função popularmente conhecida como “encher saquinho”), repicagem e  armazenamento das mudas nos canteiros e  estufas. O trabalho desta equipe já mostra resultados em 2012. Só no mês de janeiro foram produzidas 63.400 mudas de árvores nativas.</p>
<p>Desde o início do ano foram coletadas inúmeras sementes dentre as quais podemos destacar o camboatá vermelho, a canjerana e o chal-chal. Também já foram semeadas espécies como baguaçu, ipê amarelo, timbauva e baga de macaco, que dentro de algumas semanas já serão plântulas prontas para repicagem. Importante ressaltar que todas as mudas produzidas são direcionadas para recuperação de áreas degradadas principalmente matas ciliares e nascentes.</p>
<p>A Apremavi espera poder inspirar mais pessoas e instituições a pensarem no valor e na importância da preservação dos mais diversos ecossistemas, mesmo que seja  plantando uma ou duas árvores no jardim de  sua casa ou na sua rua. Por menores que os números possam ser, o efeito multiplicador e coletivo terá se ampliado para muito além dos  limites e contribuirá para a valorização e incentivo às práticas de conservação.</p>
<p>Seja e faça a diferença, contribua com a conservação da natureza plantando árvores, porque nada mais atual do que um antigo provérbio de autoria desconhecida: a melhor época para se plantar árvores foi há vinte anos atrás, a segunda melhor época é hoje!.</p>
<p>Maiores informações:<br />
Fone: (47) 35350119<br />
Email: <span id="enkoder_1_1451165214">email hidden; JavaScript is required</span><script type="text/javascript">
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<p>Matéria do <a href="http://www.apremavi.org.br/noticias/apremavi/684/conheca-o-jardim-das-florestas" target="_blank">site da Apremavi.</a></p>
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		<title>Visite o Parque Natural Municipal da Mata Atlântica</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 20:56:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miriam Prochnow</dc:creator>
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<p>Localizado em Atalanta (SC), o Parque Natural Municipal da Mata Atlântica é uma Unidade de Conservação Municipal (UC), que oferece a seus visitantes a oportunidade de contemplar belas paisagens e vivenciar a tranqüilidade e qualidade da vida interiorana.</p> <p>O parque está localizado a 2km do centro do município, na comunidade de Vila Gropp. O <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.miriamprochnow.com.br/2012/02/10/visite-o-parque-natural-municipal-da-mata-atlantica/">Visite o Parque Natural Municipal da Mata Atlântica</a></span>]]></description>
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<p><a href="http://www.miriamprochnow.com.br/wp-content/uploads/2012/02/murucututu-de-barriga-amarela-foto-Miriam-Prochnow.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1327" title="murucututu de barriga amarela foto Miriam Prochnow" src="http://www.miriamprochnow.com.br/wp-content/uploads/2012/02/murucututu-de-barriga-amarela-foto-Miriam-Prochnow-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Localizado em Atalanta (SC), o Parque Natural Municipal da Mata Atlântica é uma Unidade de Conservação Municipal (UC), que oferece a seus visitantes a oportunidade de contemplar belas paisagens e vivenciar a tranqüilidade e qualidade da vida interiorana.</p>
<p>O parque está localizado a 2km do centro do município, na comunidade de Vila Gropp. O principal atrativo do local é a Cachoeira “Perau do Gropp”, com 41 metros de queda. Além desta, o parque possui também a cascata “Córrego do Rio Caçador”, com 18 metros de altura.</p>
<p>O acesso até a cachoeira e a cascata, são feitos pelas Trilhas da Lontra e do Quati. A Trilha da Lontra tem aproximadamente 1.000 metros de extensão e pode ser percorrida entre 30 e 40 minutos. Nessa caminhada, os visitantes podem observar os paredões rochosos cobertos por samambaias, avencas e musgos, além de terem a oportunidade de conhecer algumas espécies nobres da Mata Atlântica como o cedro (<em>Cedrella fissilis</em>), a canela sassafrás (<em>Ocotea odorifera</em>) e o xaxim-bugio (<em>Dicksonia sellowiana</em>). É também na Trilha da Lontra que está localizada a “Cascata Córrego do Rio Caçador” e no final da caminhada, o visitante pode contemplar a “Cachoeira Perau do Gropp” com seus 41 metros de altura.</p>
<p>Na Trilha do Quati, o visitante enfrenta um grau de dificuldade um pouco mais alto. Essa caminhada possui aproximadamente 2.000m e leva ao interior do Parque, fazendo a travessia do rio em dois pontos. A travessia é feita por cima de pedras. Ao percorrer essa trilha, os visitantes permanecem mais tempo em contato com a natureza. O tempo de duração aproximada desta trilha é de 1h30 e no final da caminhada a chegada também é na “Cachoeira Perau do Gropp”.</p>
<p>Além das trilhas, os visitantes podem conhecer também o Museu Histórico Municipal Wogeck Kubiack e o centro de visitantes, com recepção, auditório e sala de reuniões.</p>
<p>Além do Parque, é possível conhecer outros atrativos em Atalanta. Entre em contato conosco e agende sua visita.</p>
<p>Horário de atendimento:<br />
Segunda à sexta-feira: 7h30 às 12h – 13h30 às 18h<br />
Sábados e Domingos: 9h às 12h – 14h às 18h</p>
<p>Telefone para contato: (47) 3535-0229</p>
<h3>Atenção visitante para as normas de visitação no Parque Mata Atlântica:</h3>
<p>•    Dirigir-se primeiro a recepção do Centro de Visitantes<br />
•    Ler com atenção as placas de sinalização e respeitá-las<br />
•    Zelar pela estrutura do Parque<br />
•    Usar roupas e calçados adequados (tênis ou botas)<br />
•    Aconselha-se uso de repelentes e filtros solares<br />
•    Manter-se nas trilhas e demais locais permitidos<br />
•    Estar atento à presença de cobras – em especial no verão<br />
•    Proibido coletar qualquer tipo de material encontrado no Parque<br />
•    Proibido ingerir bebida alcoólica na trilha<br />
•    Guardar todo lixo que for produzido e depositá-lo nas lixeiras<br />
•    Não deixar alimentos nas trilhas e nem alimentar os animais<br />
•    Proibido a entrada de animais domésticos<br />
•    Proibido fogueiras e churrascos.</p>
<p>Matéria do <a href="http://www.apremavi.org.br" target="_blank">site da Apremavi</a>, por Jaqueline Pesenti.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Plantadores de Florestas</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 20:49:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miriam Prochnow</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
<p>Liana John esteve em Atalanta em outubro de 2011 para coletar informações para mais um capítulo da premiada série &#8220;Plantadores de Florestas&#8221; do site da National Geographic Brasil.</p> <p>Da visita resultou o Capítulo VI, ao qual ela deu o título de &#8220;A guardiã do verde nas pequenas propriedades catarinenses&#8221; e que ela anunciou assim: <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.miriamprochnow.com.br/2012/01/18/plantadores-de-florestas/">Plantadores de Florestas</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.miriamprochnow.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Imagem-185a.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1321" title="Imagem 185a" src="http://www.miriamprochnow.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Imagem-185a-300x224.jpg" alt="" width="216" height="162" /></a>Liana John esteve em Atalanta em outubro de 2011 para coletar informações para mais um capítulo da premiada série &#8220;Plantadores de Florestas&#8221; do site da National Geographic Brasil.</p>
<p>Da visita resultou o Capítulo VI, ao qual ela deu o título de &#8220;A guardiã do verde nas pequenas propriedades catarinenses&#8221; e que ela anunciou assim: &#8220;Acaba de ir para o ar, no site da National Geographic Brasil, mais uma reportagem especial da série Plantadores de Florestas. Desta vez com nossa primeira (e valente) plantadora mulher: Miriam Prochnow. Leiam o texto, vejam as fotos, assistam ao vídeo! <strong><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/materias/a-guardia-verde-das-pequenas-propriedades-catarinenses" target="_blank">Está tudo neste clic</a></strong>&#8220;.</p>
<p>Sobre a matéria, Miriam escreveu em sua página no Facebook: &#8220;Liana. Foi um prazer receber você no Jardim das Florestas da Apremavi. A matéria ficou linda. Muito obrigada. Agradeço e parabenizo a equipe da Apremavi por todo o trabalho realizado nestes 25 anos de existência da instituição. Nosso sonho (meu, do Wigold Schaffer e dos outros fundadores da Apremavi), que começou com 18 mudinhas no fundo do quintal, virou realidade faz tempo, porque é um sonho sonhado junto&#8230;junto com milhares de pessoas que plantaram e continuam plantando florestas conosco. Obrigada a todos&#8221;.</p>
<p><strong><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/materias/a-guardia-verde-das-pequenas-propriedades-catarinenses" target="_blank">Confiram a matéria e as fotos.</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/materias/cap-vi-video" target="_blank">Confiram o vídeo.</a></strong></p>
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		<title>É tempo de Natal&#8230;tempo de plantar florestas</title>
		<link>http://www.miriamprochnow.com.br/2011/12/20/e-tempo-de-natal-tempo-de-plantar-florestas/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 18:48:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miriam Prochnow</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[
<p>O Natal chegou. Um novo ano começa a nascer.</p> <p>Tempo para agradecer as coisas boas e avaliar e aprender com nossos erros e decepções, para assim podermos planejar melhor as estratégias e sonhos de um mundo melhor.</p> <p>Que esse momento traga saúde e fortaleça os laços de solidariedade, dando garra para o trabalho em <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.miriamprochnow.com.br/2011/12/20/e-tempo-de-natal-tempo-de-plantar-florestas/">É tempo de Natal&#8230;tempo de plantar florestas</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.miriamprochnow.com.br/wp-content/uploads/2011/12/L1040044a.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1314" title="L1040044a" src="http://www.miriamprochnow.com.br/wp-content/uploads/2011/12/L1040044a-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a>O Natal chegou. Um novo ano começa a nascer.</p>
<p>Tempo para agradecer as coisas boas e avaliar e aprender com nossos  erros e decepções, para assim podermos planejar melhor as estratégias e  sonhos de um mundo melhor.</p>
<p>Que esse momento traga saúde e fortaleça os laços de solidariedade,  dando garra para o trabalho em prol da preservação do meio ambiente.</p>
<p>Feliz Natal e que muitas florestas sejam conservadas e restauradas em 2012.</p>
<p>E por falar em florestas&#8230;</p>
<p>Liana John esteve em Atalanta em outubro de 2011 para coletar  informações para mais um capítulo da premiada série &#8220;Plantadores de  Florestas&#8221; do site da National Geographic Brasil.</p>
<p>Da visita resultou o Capítulo VI, ao qual ela deu o título de &#8220;A  guardiã do verde nas pequenas propriedades catarinenses&#8221; e que ela  anunciou assim: &#8220;Acaba de ir para o ar, no site da National Geographic  Brasil, mais uma reportagem especial da série Plantadores de Florestas.  Desta vez com nossa primeira (e valente) plantadora mulher: Miriam  Prochnow. Leiam o texto, vejam as fotos, assistam ao vídeo! <strong><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/materias/a-guardia-verde-das-pequenas-propriedades-catarinenses" target="_blank">Está tudo neste clic</a></strong>&#8220;.</p>
<p>Sobre a matéria, Miriam escreveu em sua página no Facebook: &#8220;Liana.  Foi um prazer receber você no Jardim das Florestas da Apremavi. A  matéria ficou linda. Muito obrigada. Agradeço e parabenizo a equipe da  Apremavi por todo o trabalho realizado nestes 25 anos de existência da  instituição. Nosso sonho (meu, do Wigold Schaffer e dos outros  fundadores da Apremavi), que começou com 18 mudinhas no fundo do  quintal, virou realidade faz tempo, porque é um sonho sonhado  junto&#8230;junto com milhares de pessoas que plantaram e continuam  plantando florestas conosco. Obrigada a todos&#8221;.</p>
<p><strong><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/materias/a-guardia-verde-das-pequenas-propriedades-catarinenses" target="_blank">Confiram a matéria e as fotos.</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/materias/cap-vi-video" target="_blank">Confiram o vídeo. </a></strong></p>
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		<title>Código Florestal aprovado no Senado é um retrocesso</title>
		<link>http://www.miriamprochnow.com.br/2011/12/10/codigo-florestal-aprovado-no-senado-e-um-retrocesso/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 14:14:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miriam Prochnow</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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 <p>O texto do Código Florestal aprovado esta semana no Senado Federal representa o maior retrocesso ambiental da história do Brasil. Todos precisam se engajar na campanha pelo veto da presidente.</p> <p>Vejam abaixo dois textos com opiniões importantes sobre o Código Florestal aprovado. O primeiro texto é um artigo de André LimaAndré Lima, advogado, <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.miriamprochnow.com.br/2011/12/10/codigo-florestal-aprovado-no-senado-e-um-retrocesso/">Código Florestal aprovado no Senado é um retrocesso</a></span>]]></description>
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<div>
<p><a href="http://www.miriamprochnow.com.br/wp-content/uploads/2011/12/11625454844ed53c814eeba.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1309" title="Agncia Brasil - ABr - Empresa Brasil de Comunicao - EBC" src="http://www.miriamprochnow.com.br/wp-content/uploads/2011/12/11625454844ed53c814eeba-300x199.jpg" alt="" width="261" height="173" /></a>O <strong><a href="http://www.apremavi.org.br/download.php?codigoArquivo=367">texto do Código Florestal </a></strong>aprovado  esta semana no Senado Federal representa o maior retrocesso ambiental  da história do Brasil. Todos precisam se engajar na campanha pelo veto  da presidente.</p>
<p>Vejam abaixo dois textos com opiniões importantes sobre o Código  Florestal aprovado. O primeiro texto é um artigo de André LimaAndré  Lima, advogado, mestre em gestão e Política Ambiental (UnB),  membro da Comissão de Direito Ambiental da OAB-DF, Assessor de Políticas  Públicas do IPAM e Consultor Jurídico da Fundação SOS Mata Atlântica e  foi escrito no dia posterior à aprovação do texto no Senado.</p>
<p>O segundo texto é uma nota de Wigold Schaffer, ambientalista com  mais de 25 anos de experiência e um dos sócios fundadores da Apremavi.</p>
<h3><strong>Código florestal é aprovado no Plenário do Senado, com dezenas de emendas fantasmas </strong></h3>
<p>André Lima</p>
<p>Sem conhecimento das emendas e sem debates sobre as mesmas, com  votação às escuras e com voto de lideranças que contrariaram em alguns  casos a maioria de parlamentares o substitutivo do Senador Jorge Viana  foi aprovado por 59 votos contra oito. É uma maioria considerável, aliás  rara, mas longe de ser o grande consenso pleno que se tentou vender e  que a mídia de massa comprou.</p>
<p>Até durante a votação poucos no plenário do Senado tinham  conhecimento mínimo razoável das emendas que estavam sendo acatadas,  rejeitadas, destacadas e votadas. Em certos momentos até mesmo o próprio  Senador Jorge Viana, relator da matéria, se confundiu sobre qual  emendas estava sendo discutida. Mas isso não foi suficiente para frear o  ímpeto do &#8220;acordão&#8221; de bastidores. Segundo vários parlamentares que se  utilizaram da tribuna por mais de cinco horas o acordo teria sido  costurado e avalisado pela Ministra de Meio Ambiente Izabella Teixeira e  os senadores Kátia Abreu, Jorge Viana, Rodrigo Rollemberg, Waldemar  Moka, Blairo Maggi e Luiz Henrique durante almoço no restaurante do  Senado.</p>
<p>Durante as mais de cinco horas de discursos ambíguos emendas  eram negociadas nos corredores como títulos da bolsa de valores.  Assessor surgiam com um papel nas mãos e chamavam pessoas para o  cafezinho para ver e avalisar a nova redação. Versões eram feitas e  refeitas na última hora e apresentadas à mesa apenas no papel (conforme o  art. 235,II,d do regimento interno do Senado permite). Com isso,  dezenas de emendas foram apresentadas na última hora sem que a grande  maioria tivesse acesso aos textos que só existiam no papel. E assim  foram acatadas, rejeitadas e votadas em bloco.</p>
<p>O acolhimento de emendas foi lido pelo relator em velocidade de  cruzeiro e eu consegui anotar o acolhimento das seguintes emendas: 4,  12, 34, 36, 39, 51, 52, 53, 54, 55, 58, 63, 64, 65, 66, 67, 68, 76, 77,  78, 79, 80, e 81. Mas até agora não tenho a redação dessas emendas.</p>
<p>Nos destaques que foram a voto individualmente com direito a uma  defesa, apenas quatro emendas foram votadas,  de mais de 80 emendas  apresentadas. Discutiu-se:</p>
<p>a)  Moratória do desmatamento na Amazônia, que obteve apoio de  mais de 20 senadores, mas como a votação não foi nominal, lideranças  como Jucá, Kátia Abreu decidiram a fatura contrariamente apesar da  maioria ser a favor;</p>
<p>b)    Aumento da pena para desmatamento em APP, que assim como  no caso da moratória do desmatamento, a maioria era a favor mas no voto  de lideres foi derrubada;</p>
<p>c)     E outras duas que envolviam temas não menos relevantes (  prova de desmatamento anterior a lei e obrigatoriedade de desapropriação  para criação de APPs pelo poder executivo), mas que também foram  enterradas pelos líderes selando o grande acórdão que mais uma vez  impediu um debate de fundo, assim como foi feito nas 4 comissões por  onde tramitou o projeto, onde os debates foram sacrificados.</p>
<p>Portanto, acreditem se quiser, até agora (manhã do dia seguinte à  votação), o Brasil (exceto a CNA e poucos senadores) não sabe o que foi  aprovado. E não estamos tratando de um regimento de condomínio privado  de abastados. Estamos falando do código florestal brasileiro, uma lei  que protege a biodiversidade, no país com maior biodiversidade do  planeta,.que protege as águas, no País que detém mais de 12% de toda  água doce superficial do Planeta. Enfim&#8230;assim são feitas as salsichas,  como dizia Bismarck.</p>
<p>Dito isso a respeito do método, abaixo indicamos alguns  dispositivos que (sem prejuízo de um exame necessário mais apurado após o  conhecimento pleno das emendas aprovadas) poderão ser objeto de veto se  a Presidente Dilma resolver cumprir seu compromisso de não sancionar  anistias a desmatamentos ilegais, redução de áreas de preservação e  incentivos a novos desmatamentos.</p>
<p>1)    Definição de área rural consolidada (art. 3º, IV)- Razão  do veto: constitui anistia, principalmente nos casos de desmatamento de  APP que constituem crime ambiental desde a entrada em vigor da Lei de  crimes e Infrações contra o mio ambiente 9605/98, contrariando  frontalmente a art. 225 CF/88.</p>
<p>2)    Atividade de Carcinicultura (criatório de camarão) em  apicuns (manguezal) &#8211; Razão do veto: reduz área de proteção ao separar  os apicuns do manguezal e anistia ocupações ilegais ocorridas até a data  da entrada em vigor da lei (supostamente artigo 64, mas ainda não vimos  a emenda aprovada em detalhe).</p>
<p>3)    Artigo que elimina APP em lagoas naturais com menos de 1  hectares de lâmina dágua(parágrafo 4º do artigo 4º). Razão do veto:  reduz área de proteção  e autorizará desmatamento em áreas de que hoje  são consideradas de preservação permanente.</p>
<p>4)    Artigo que reduz reserva legal em estados que tiverem mais  de 65% de UC e TI. Razão do veto:  a redução desse percentual poderá  valer para autorizar novos desmatamentos, ou seja, não está ressalvado  (como foi feito no parágrafo 4º para o caso dos municípios com mais de  50% de UC e TI) que se trata apenas de regularização de desmatamentos  anteriores a julho de 2008  (parágrafos 4º e 5º do artigo 12)</p>
<p>5)    Consolidação de atividades agropecuárias que desmataram  áreas de preservação permanente até julho de 2008 (artigo 61)- Razão do  veto: Anistia a desmatamentos que constituem crime ambiental desde a  entrada em vigor da Lei 9605, de 1998.</p>
<p>6)    Recomposição de reserva legal com 50% de espécies  exóticas. Razão do veto: reduz em 50% a área de conservação de vegetação  nativa (art. 67 parágrafo 3º).</p>
<p>7)    Anistia de recomposição de RL em imóveis com até 4 módulos  fiscais (art. 68). Razão do veto: Constitui anistia, é redução de  proteção e tratará desigualmente os que cumpriram a lei e os que  infringiram a lei beneficiando os infratores em detrimento dos que  respeitaram a Lei.</p>
<p>8)    Aceitação de indícios inconsistentes e de impossível  confirmação pelo poder público para aplicação do benefício da dispensa  ou redução de percentual de Reserva Legal para proprietário que desmatou  área antes de criação ou aumento da reserva legal. O dispositivo trata  dos tipos de prova de uso da propriedade conforme a lei em vigor à época  do desmatamento (parágrafo 1º do artigo 68).</p>
<p>Esta análise dos pontos passíveis de veto, seja em função de  inconstitucionalidade ou de contrariedade ao interesse público nacional  na preservação das florestas e dos processos ecológicos essenciais,  ainda é preliminar e será objeto de revisão após o conhecimento pleno  das emendas aprovadas na noite do dia 06 de dezembro.</p>
<h3><strong>Código (não) Florestal</strong></h3>
<p>Wigold Schaffer</p>
<p>É  hora de ler o texto com a redação final do Código (não) Florestal  aprovado no Senado e que agora será apreciado pela Câmara dos Deputados.  O mais difícil é entender o que querem dizer com uma série de artigos  que foram escritos de forma confusa e com segundas intenções (pro mal).</p>
<p>A  título de exemplo, abaixo algumas das exceções (ou regras?) para  detonação de APP&#8230;.previstas no art. 62 que trata das Áreas  Consolidadas em Áreas de Preservação Permanente:</p>
<p><em>§ 6o  Aos proprietários e possuidores dos imóveis rurais da agricultura  familiar e dos que, em 22 de julho de 2008, detinham até 4 (quatro)  módulos fiscais e desenvolviam atividades agrossilvipastoris nas áreas  consolidadas em Áreas de Preservação Permanente, para o fim de  recomposição das faixas marginais a que se referem os §§ 4o e 5o deste  artigo, é garantido que a exigência de recomposição, somadas as áreas  das demais Áreas de Preservação Permanente do imóvel, não ultrapassará o  limite da Reserva Legal estabelecida para o respectivo imóvel.</em></p>
<p><em> § 7o Para os imóveis rurais com área superior a 04 (quatro) módulos  fiscais e que possuam áreas consolidadas em Áreas de Preservação  Permanente ao longo de cursos d’água naturais, com largura superior a 10  (dez) metros, será admitida a manutenção de atividades  agrossilvipastoris, de ecoturismo ou de turismo rural, sendo obrigatória  a recomposição das faixas marginais, observados critérios técnicos de  conservação do solo e da água definidos pelos Conselhos Estaduais de  Meio Ambiente ou órgãos colegiados estaduais equivalentes que  estabelecerão suas extensões, respeitado o limite correspondente à  metade da largura do curso d’água, observado o mínimo de 30 (trinta)  metros e o máximo de 100 (cem) metros. </em></p>
<p><em> §  8o Nos casos de áreas rurais consolidadas em Áreas de Preservação  Permanente no entorno de nascentes e olhos d’água, será admitida a  manutenção de atividades agrossilvipastoris, de ecoturismo ou de turismo  rural, sendo obrigatória a recomposição do raio mínimo de 30 (trinta)  metros. </em></p>
<p><em> Art. 65. Serão mantidas,  excepcionalmente, para garantir a continuidade do uso antrópico  consolidado, as ocupações em apicum e salgado existentes em 22 de julho  de 2008.</em></p>
<p>Já o art. 69 é uma das maiores aberrações  jurídicas do texto pois premia o &#8220;ruralista desmatador&#8221; e o torna &#8220;mais  igual&#8221; perante a lei do que o agropecuarista que cumpriu a lei e  preservou vegetação. Ou seja, quem tinha &#8220;escravo&#8221; tem autorização  eterna (inclusive para seus filhos e netos) para manter &#8220;escravo&#8221;&#8230;em  outras palavras, quem degradou o meio ambiente tem autorização para  continuar degradando e prejudicando a vida alheia&#8230;</p>
<p><em>Art.  69. Nos imóveis rurais que detinham, em 22 de julho de 2008, área de  até 4 (quatro) módulos fiscais e que possuam remanescente de vegetação  nativa em percentuais inferiores ao previsto no art. 13, a Reserva Legal  será constituída com a área ocupada com a vegetação nativa existente em  22 de julho de 2008, vedadas novas conversões para uso alternativo do  solo.</em></p>
<p>Esses são apenas alguns poucos exemplos da &#8220;<em>obra-prima</em>&#8221; que vai &#8220;<em>consolidar</em>&#8221;  a degradação das florestas e demais formas de vegetação nativa no  Brasil&#8230; Tem muito mais, para entender é necessário ler o texto (e  talvez reler algumas vezes) pois as maldades estão escondidas nas  entrelinhas&#8230;.</p>
<p>É hora de mobilização geral contra as aberrações aprovadas&#8230;</p>
</div>
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