Transporte público e ciclovias

Sistemas de transporte coletivo e de qualidade, com baixa emissão de carbono e movidos com energias renováveis.

Sistemas de transporte coletivo e de qualidade, com baixa emissão de carbono e movidos com energias renováveis são fundamentais para a sustentabilidade e a qualidade de vida nas cidades.

Somente a implantação de sistemas eficientes de transporte coletivo e ciclovias será capaz de garantir qualidade de vida nas cidades, hoje saturadas por congestionamentos, estresse, e perda de qualidade de vida.

Apoiar a criação de oportunidades de emprego e renda através do ecoturismo e do turismo de aventura, através da melhoria ou pavimentação de rodovias de ligação entre o Alto Vale e o Planalto e outras regiões do Estado, visando incentivar iniciativas já existentes como o programa Acolhida na Colônia e o turismo de aventura, representado pelo rafting e rapel, bem como apoiar e estimular o desenvolvimento de novas alternativas de turismo rural.

Propostas

  • Sistemas de transporte público com utilização de energia de reduzida emissão de carbono.
  • Apoio a implantação em todos os centros urbanos de malhas cicloviárias que viabilizem a eficiência nos deslocamentos da população e integração com transporte coletivo.
  • Criação de mecanismos de incentivo fiscal e tributário para estimular produção e aquisição de veículos eficientes – baixo consumo energético e reduzida emissão de gases. (preços, IPVA, IPI diferenciado).
  • Apoiar a humanização das rodovias de Santa Catarina, incluindo a humanização e duplicação da BR 470 e da BR 282.
  • Apoiar a implantação de rotas de turismo de aventura e meio ambiente, incluindo a pavimentação de rodovias ligando as cidades do Alto Vale (Agrolândia, Atalanta, Chapadão do Lageado e Petrolândia) a Urubici e a ligação com o litoral catarinense e a região de São José dos Ausentes no Rio Grande do Sul.

1 comment to Transporte público e ciclovias

  • Logística Portuária: Estudo de Caso_ Ciclovias versus Transporte Público no Porto de Santos e na Baixada Santista

    Esse estudo de caso sobre o impacto da construção de ciclovias na Baixada Santista, demonstra que a bicicleta é um precário meio de transporte e em nada substitui o planejamento urbano de transportes através do ônibus e ou metrô. Sem esse planejamento urbano dos transportes, o aumento dos congestionamentos de automóveis será inevitável e a devida responsabilidade social e sustentabilidade das cidades brasileiras jamais será alcançada.

    As conclusões mostram que a principal função dos transportes públicos é aumentar a produtividade do trabalhador e isso não se dará se ele for forçado a usar tração humana, pedalando na bicicleta de 20 a 40 km diariamente, até mesmo em dia de chuva, induzindo-o a acreditar que está economizando a tarifa do ônibus ou metrô ao usar a ciclovia o que é um grave equívoco. Assim aqueles que menos podem acabam se tornando o alvo das ciclovias enquanto aqueles que podem usam os automóveis.

    A bicicleta aumenta os riscos de acidente e como veículo sobre duas rodas jamais será uma alternativa ao transporte público por que é, e será sempre, inseguro e perigoso andar de bicicleta ainda que em ciclovias e assim sendo um componente que contribui para o aumento dos acidentes de trânsito.

    Link para YouTube:
    http://www.youtube.com/watch?v=IhfBQa06ibk
    Link para SlideShare (PowerPoint) com pesquisa de Origem destino dos transportes da região metropolitana de São Paulo

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