Miriam na borda do cânion do Funil, no Parque Nacional de São Joaquim, na Serra Catarinense, em Bom Jardim da Serra.

O ecoturismo é uma das atividades econômicas que mais tem crescido no mundo, gerando milhares de novos empregos a cada dia. Santa Catarina tem uma vocação natural para essa atividade. Com paisagens deslumbrantes, seja no litoral ou nas serras, o estado pode e deve investir muito nessa categoria de turismo sustentável.

Cada vez mais as pessoas procuram contato com a natureza, porque a reconexão com os ambientais naturais é fundamental para o bem-estar e a saúde. Por isso é tão importante criar e manter os ambientes naturais preservados.

Em todo o mundo as unidades de conservação, também chamadas de parques e reservas naturais, são a forma mais efetiva de proteger e preservar a biodiversidade, todas as formas de plantas e animais e também a beleza dos ecossistemas no longo prazo.

As unidades de conservação são locais de excelência para o ecoturismo. No Brasil um exemplo é Parque Nacional do Iguaçu, que é visitado anualmente por cerca de 2 milhões de pessoas. O total de visitantes em parques no Brasil é de 7 milhões de pessoas por ano.

Esse número ainda é pequeno se comparado aos 307 milhões de visitantes  por ano aos parques dos Estados Unidos. Esses turistas geram US$ 17 bilhões de dólares em receita por ano. É como se cada americano visitasse um parque a cada ano.

Mesmo países mais pobres como a Tanzânia na África, tem 44% do território em reservas e parques naturais, recebendo milhões de visitantes que geram aproximadamente 15% do PIB – Produto Interno Bruto daquele país.

Um exemplo do potencial do ecoturismo em Santa Catarina é a serra catarinense. De cenário deslumbrantes, é um espaço que precisa ser protegido para que o turismo possa ser implantado de forma sustentável na região, trazendo benefícios e renda, com preservação do meio ambiente.

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